sábado, 15 de fevereiro de 2025

Talvez sem titulo

Sinto que algo está se modificado... Essa conversa é longa e contarei em outras oportunidades.

quarta-feira, 11 de setembro de 2024

Conversas com o Lobinho


Estava conversando agora pouco com o Lobinho (que não é a mesma pessoa que denominei como Lobo ou Lobo Guará) e entre debates filosóficos, psicanalistas e teológicos, falávamos sobre como é ser empata e da forma que costumamos amar e demonstrar sentimentos. 
Ele me incentivando a declarar os sentimentos que me transbordam o peito e assumir as rédeas das minhas emoções.  
Tudo isso é tão belo e dourado! Esse futuro de delícias emocionais... Fico tão satisfeita que me rio toda!
Escrevi um poema hoje. Inspiração é uma coisa engraçada, as palavras vêm do nada e vão formando frases tão rapidamente que, se não corre pra anotar, logo esquece e o poema ou o texto se perde em meio o zum-zum-zum da mente tagarela. 
Postarei ele em breve no LuAnomalia. Também tenho vários textos mais antigos e alguns poemas que digitarei e postarei aqui aos poucos. Mas, porém, todavia é entretanto, postarei a maioria no ano e mês correspondente (tudo o que escrevo coloco data) e faço isso porque sou dessas! 😜

quinta-feira, 5 de setembro de 2024

O Coletivo

  As vezes o caminho que escolhemos é um tanto solitário, porém, como continuar pelo caminho antigo quando esse torna-se insuportável?! É desafiador continuarmos no caminho que o nosso coração aponta quando tudo ao redor parece te puxar para o lado contrário.

Como continuar nas rodinhas de conversas banais, fofocas, conversas sobre a vida de famosos, entre tantos outros assuntos aleatórios e sem utilidade alguma?! É tão desgastante, as vezes, manter uma conversa com algumas pessoas da minha família.

Sei que, enquanto morava com eles e até alguns anos atrás, eu deveria ser exatamente como eles, preocupados com pequenas picuinhas com vizinhos supostamente perseguidores e implicantes, interessados em coisas materialistas e rindo de alguma fala maliciosa e/ou de algo de duplo sentido com forte conotação sexual.

Realmente, a pessoa de quinze anos que começou esses blogs com o intuito de relatar fatos aleatórios de sua vida e de suas descobertas, não é mais a mesma pessoa de hoje em dia. Sei que se passaram quase duas décadas, mas é que já passei por tanta coisa, tanta coisa pesada que nunca escrevi aqui em detalhes sobre por falta de coragem, que não tem mais como eu conseguir ser e viver do jeito que vivia antes.

E ainda bem! Quebrei e colei a cara varias vezes até chegar ao nível de consciência que tenho hoje. É exatamente esse novo eu que se sente sufocado em meio a convivência com o coletivo. Sou muito feliz e grata por, aos poucos, conhecer pessoas que também se sentiam peixes fora dágua em meio à familiares e amigos pelos mesmos motivos.

Assim como eu, não são compreendidas e são chamadas de "santinhas", "trouxas", "quadradas", "puritanas", "certinhas" ou seja lá como for, por não deixarem se envolver com as banalidades do coletivo, suas intrigas, pequenas ou grandes rixas, materialismos e sexolatria. Encontrei pessoas que pensam e sentem o mundo de forma diferente e que, dentro da capacidade de cada um, procuram fazer o seu melhor para a própria reforma íntima, tornando-se assim protagonistas de suas vidas, ao em vez de vítimas do mundo externo.

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Momentos Outros


Essas últimas semanas foram, em alguns aspectos, desafiadores para mim. É como se eu estivesse correndo para longe do meu eu divino e nem percebesse! 

Se bem que não foi tão inconsciente assim, pois o universo nos dá muitos sinais quando estamos fazendo um belo moonwalker em nossas vidas. A evolução não retrocede, apenas estagna, para depois retomarmos a marcha rumo ao nosso verdadeiro eu (o EU, filho de Deus perfeito, como diria na Seicho-No-Ie). 

Mas deixarei essa parte Espiritualista para o outro blog (pretendo voltar a postar nele, será voltado para assuntos Espiritualista). Recebi conselhos de um bom amigo espiritual e só então percebi o real motivo desse turbilhão todo que estava passando, o porque dessa alienação toda autoimposta e, aos poucos, estou trabalhando nisso. 

Preciso voltar para o meu centro e reconquistar o maravilhoso equilíbrio em que me encontrava. Ao mesmo tempo fico feliz pois já sei o caminho, tenho diversas ferramentas de autoconhecimento que me auxiliarão a voltar a ser quem realmente sou, à minha essência divina, essência verdadeira. 

terça-feira, 13 de agosto de 2024

Inspiração Notívaga





Deveria estar dormindo agora, mas tive um lampejo de inspiração e criei um poema para ELA em dez minutos mais ou menos. É incrível, quando os meus sentimentos estão tão aflorado que escrevo capítulos inteiros de uma só vez ou crio poemas em minutos. 

Pretendo aproveitar essa boa energia para continuar as histórias que pretendo postar ainda esse mês. O lado bom é que tenho ao menos um capítulo pronto para cada uma das histórias postadas nos sites (exceto para "Viagens Temporais" e para "Arella, a mãe da Ravena" que ainda não tenho nem uma linha escrita). 

Aos poucos pretendo concluir todas, a maioria já estão na metade da história ou perto do fim. Mas sobre o poema... Ai ai... 

Gostaria de dizer tantas coisas à ELA que nem sei por onde começar! RSRSRS... Postarei o poema no Blog LuaAnomalia amanhã! Link na bio de autor desse blog! 😉😘

terça-feira, 30 de julho de 2024

Novas Perspectivas

Sabe... Por muito tempo mesmo tive vergonha do que escrevo. No sentido de ter vergonha de que saibam que escrevo, de dizerem que não levo jeito, de me julgarem leviana, de fazerem chacota de mim ou vierem me questionar sobre o que escrevo. 

Hoje em dia sei que tudo isso não importa! Que pensem o que quiserem (afinal o pensamento é livre), que falem o que quiserem, isso tudo não me afeta mais. 

Escrevo desde os meus 14 anos e amo escrever! Amo cada história, poema e post que escrevi! Eles fazem parte de mim, de quem fui, de quem sou. 

Já escrevi e parei diversas vezes, mas percebi nos últimos meses que se pudesse salvar apenas 3 coisas para enfiar em uma mochila e sair correndo de casa, além das minhas gatas (levadas em uma caixa de transporte), levaria o meu notebook, o carregador e a minha pasta de manuscritos e roteiros. Percebi que escrever é tudo para mim e mesmo que não poste em lugar algum na internet, nunca parei realmente de escrever. Tenho histórias com quase 80 capítulos prontos e que nunca postei.

Por esse e outros motivos resolvi mudar, postar no Instagram os links dos meus perfis em sites que escrevo e "botar a cara no sol", como dizia um amigo meu. É bom poder me sentir livre do julgamento alheio e com a mente centrada no que realmente importa. 

Pretendo postar aqui com mais frequência e voltar a postar as histórias que escrevo também. Mas dessa vez será diferente, irei posta mesmo que ninguém leia, pois percebi que escrever para mim mesma algo que gosto é muito mais importante do que me "obrigar" a escrever capitulos novos toda semana e "ter" de escrever histórias com "cenas quentes" para agradar os leitores. Leveza virou um mantra para mim e a cada dia que passa essa se torna mais e mais uma escolha de bem viver.

domingo, 28 de janeiro de 2024

Me Tornando Uma Pessoa Melhor

  



Comecei a assistir um Dorama Coreano essa semana para me 

distrair e de alguma forma ele caiu como uma luva para mim, 

para me ajudar a entender o momento que estou passando. 

Na semana passada para cá pensei muito sobre

o que a minha psicóloga disse e percebi que ela estava certa. 


Falou coisas que eu já sabia, mas teimava em me fazer de 

desentendida, insistindo em uma hora vestir o personagem da vítima e 

hora o da indiferença (fingindo que está tudo bem e que já superei 

o término). Na verdade, percebi que eu nem ao menos

vivenciei o luto do termino de relacionamento, já que 

estava em período de prova finais da faculdade e sentia 

que se fosse viver o luto, não teria forças para 

me dedicar às provas e trabalhos. Deixei para vivenciar

esses sentimentos depois, a partir de janeiro.


E quando me vi "livre" para esmiuçar o que aconteceu 

e o que sentia, me senti sobrecarregada e tentei 

fingir que já havia superado e não precisava

pensar mais nisso. Surtei e briguei com todos a 

minha volta, me tornei insuportável até para mim mesma, 

na ânsia e no desespero de tentar afogar,

extinguir esses sentimentos contraditórios que me 

consumiam dia e noite.


Como se tudo o que represei por meses fosse expulso 

de uma vez só, uma verdadeira torrente de frustração, 

amargura, sentimento de fracasso pessoal

e profissional jorrasse do meu peito, misturando

 tudo e me fizesse queimar de dentro para fora. 

A psicóloga me disse que um pouco poderia ser a 

"crise dos 30 anos"

Creio que sim, pois passei a me sentir velha

 e desgastada pelo tempo, como se o desespero por casar

 no papel, ostentar uma aliança de ouro no dedo,

ter filhos, conquistar a casa própria e carro, 

além de uma carreira como Programadora Front-End, 

fossem as únicas coisas na vida que me fariam me

sentir realizada. Principalmente um filho. 


Quis subitamente tanto ter um que pensei que deveria 

entrar em um relacionamento hétero e tentar

engravidar e, caso o relacionamento não desse 

certo, tudo bem! Ao menos teria um filho 

e não me importaria em cria-lo sozinha.


Sei que esse é um pensamento egoísta e

não me orgulho nem um pouco disso. São aqueles

pensamentos inconscientes que se formam e se fixam

de forma sorrateira e quando percebemos, já

se enraizou em nós. Apenas percebi esse pensamento

quando assisti um vídeo no canal da Luiza Vono

no Youtube, foi assim que a ficha caiu.


O irônico é que percorri o caminho inverso durante a pandemia, 

fiz o possível para viver o mais alinhada com as minhas 

verdades e me dedicar ao caminho espiritual, 

me desvinculando de desejos materialistas. 

E quando saí do meu "casulo" de não-convivência com as 

demais pessoas, me vi pouco a pouco,

para o meu completo desespero, me tornar 

mais e mais ligada às coisas da matéria. 

Ligada ao desejo desenfreado de ter e consumir, 

não impedi que pouco a pouco me consumia e me perdia 

do caminho de casa, do meu verdadeiro eu, 

pois nós somos a nossa própria casa.


Percebo que a culpa não é de ninguém, nem minha 

e nem dele, as coisas só aconteceram e fizemos o melhor 

que podíamos com o que sabíamos na época.

E o que isso tem a ver com o Dorama?! 

Na verdade, tudo! 


Porque no Dorama, entre outros dois casais, 

havia um casal em que o moço se sentia inseguro sobre

si e sobre poder um dia realizar o desejo da 

namorada de se casarem.

Elas era alegre e sonhadora no início do relacionamento, 

mas pouco a pouco ela pareceu perder o "brilho" pessoal, 

suas metas de vida eram várias e

ele se sentia sobrecarregado e pequeno perto dela. 

Não se sentia capaz de fazê-la feliz e, de uma 

certa forma egoísta, ele conduzia o relacionamento

sutilmente para satisfazer os seus desejos e ia, 

de certa forma, deixando os dela para depois. 


Por 7 anos eles namoraram e ela só queria casar, enquanto

ele adiava a decisão o máximo possível. 

Em certa parte do Dorama, ele resolve

terminar o relacionamento, pois percebe que seu 

comportamento atrapalhava o crescimento dela. 

Ele no fundo era inseguro e se culpava por ela não conquistar

os objetivos de vida dela. Ele terminou como uma 

forma de deixar de ser um obstáculo

entre ela e suas metas de vida. 

Não vi ainda o final do Dorama, mas até

onde vi, eles estão tentando superar o término, 

cada um à sua maneira.


No meu caso, ouvi exatamente as mesmas 

palavras que a mocinha ouviu no Dorama e pude, 

mesmo que sendo óbvio esse tempo todo, 

perceber os reais motivos do termino do meu relacionamento. 

Finalmente estou me permitindo viver o

luto de termino e tirar proveito de tudo o que aprendi 

nesse um ano e meio de convivência entre nós dois.


O que posso dizer é que eu agradeço por aprender 

a ser mais humilde e, entre outras coisas, a pedir desculpas 

sinceras quando eu erro. 

Sempre tive muita dificuldade de reconhecer 

quando estava errada e mesmo quando

reconhecia para mim mesma que errei, 

não queria me desculpar. 


Depois do término do relacionamento com a Luciane, 

percebi que por mais que eu quisesse,

não conseguia pedir desculpas. 

Era um ego enrijecido que não conseguia de

forma alguma se curvar a pedir desculpas, 

tentar reparar uma falta. 


Mas graças a ela e a esse último relacionamento, 

consegui finalmente reconhecer quase

que imediatamente a falta, mesmo que seja 

me desculpar com as minhas gatas

por ocasionalmente pisar sem querer no rabinho delas.

Creio que esse seja o caminho para me tornar uma pessoa melhor. 

😃

 

 

sexta-feira, 5 de março de 2021

Insights


Estava agora pouco escutando o áudio livro "A Casa do Escritor" de Vera Lúcia Marinzeck de Carvalho ditado pelo espírito Patrícia (para quem não sabe, esse ê o terceiro livro da série Violetas nas Janelas) e tive um insight.
Na verdade já li esse livro uma vez e já escutei o áudio livro 3 vezes pelo que me lembro e toda vez que escuto ou leio os livros dessa inspiradora série tenho novos insights.
Hoje percebi que posso cumprir a minha missão de alma com mais leveza e menos cobranças, pois ando me pressionando muito nos últimos 2 anos sobre o que, como e até quando posso cumprir a minha missão nessa vida.
Já obtive muitas respostas nesse meio tempo! 
Porém, venho me cobrando ao extremo, por vezes, para fazer tudo certo. O detalhe é que na maior parte do tempo eu nem sabia exatamente o que deveria fazer.
Era como uma pessoa que corre ensandecida no escuro, tropeçava, caía e levantava, para voltar a correr sem destino.
Hoje é dia começo a vislumbrar ao longe o caminho que devo seguir e percebi hoje, finalmente, que devo me comprometer com a minha missão de alma, com com leveza, bom ânimo e paciência. 
Afinal, tudo acontecerá no momento propício.
Como diria uma querida amiga: 
"Para cada um momento, um tempo e, para cada tempo, um lugar!".
Concluo esse post lembrando a mim mesma (e a quem por ocasião esteja lendo isso) que o mais importante é caminhar, seguir sempre em frente e para cima, de forma amorosa e com os pensamentos voltados para o bem maior.